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Ana Rüsche entrevista Ámbar Past

PERGUNTAS TERNAS

Ana-Teu nome é sempre uma provocação, uma profecia, uma constelação. Quem disse pela primeira vez “Ambar Past”? E o que aconteceria se o batismo elegesse “Colorada Future”?

Ámbar-Adorei! Colorada Future! Meu sobrenome é da Polônia… Conta-se que no século IX… durante uma grande fome na Polônia, meu ancestral “Piast”, um camponês… foi visitado pelos anjos… disfarçados de mendigos… Piast brindou-os com hospitalidade e, em troca, deram-lhe de presente um barrilzinho de vinho que nunca secava… obviamente Piast se fez assim muito popular entre os vizinhos… conseguiu unir as tribos… foi o primeiro rei da Polônia…

“Ambar” foi o nome de uma cachorra que tomou conta de mim quando eu era bebê… meu primeiro amor… Tenho um livro de poemas inédito que se chama “Perra mi lengua madre”.

Você nasceu nos Estados Unidos em 1949, em Durham, Carolina do Norte. Depois andou por Brooklyn, Chattanooga, El Paso, São Francisco, Óregon, até converter-se em cidadã mexicana aos 23 anos.

Quase duas décadas depois, você escreveu em Huracana (livro de poemas publicado em 2006): “Me transformo como nube. San Cristóbal es mi crisálida. ¿Cuántos años tengo que permanecer aquí para poder volar?“. Hoje há alguma resposta ou sempre novos locais e vôos?

Pois… no ano passado fui convidada a ir ao Japão pelo Clube de Poetas japoneses… passei um mês no Japão, como convidada de honra e adorei… também viajei entre a poesia de Ledo Ivo… de Rumi… HAfiz… Wislaw Symborska… Rilke… também entre os cantos rituais dos maias contemporâneos… Confesso haver provado o vôo da Ayahuasca em cerimônias tradicionais…

Você foi publicada em muitas línguas, até em tzotzil (língua maia) e japonês. Quais dos teus versos seriam próprios para el nheengatu (língua geral antiga do Brasil, mistura de idiomas nativos e português, proibida em 1758) e para o português?

Espero que meu poema Dedicatórias possa ser traduzido e entendido em qualquer idioma.

Em uma linha, o que quer a mulher?

AMOR… a mesma coisa que o homem…

Em outra linha, o que quer fazer aqui no Brasil?

Comprovar que o português brasileiro é a poesia pura.

PREGUNTAS TIERNAS

Tu nombre és siempre una provocación, una profecia, una constelación. Quién habló por la primera vez “Ambar Past”? Y que passaria si el bautismo elegisse “Colorada Future”?

Me encanta! Colorada Future! MI apellido es de Polonia… Cuenta que en el siglo ix… durante una hambruna en Polonia, mi ancestro “Piast”, un campesino… fue visitado por dos angeles… disfrazados de indigentes… Piast les brindó hospitalidad y a cambio le regalaron un barrilito de vino que nunca se secaba… obviamente Piast se hizo muy popular entre los vecinos… logró unir a los tribus… fue el primer rey de Polonia…

“Ambar” fue el nombre de una perra que me cuidó cuando era bebé… me primer amor… Tengo un poemario inédito que se llama “Perra mi lengua madre”…

Naciste Estados Unidos en 1949, en Durham, North Carolina. Después andaste por Brooklyn, Chattanooga, El Paso, San Francisco, Oregon hasta convertirte en ciudadana mexicana con 23 años.

Casi duas décadas después, escriviste en Huracana (livro de poemas publicado en 2006): “Me transformo como nube. San Cristóbal es mi crisálida. ¿Cuántos años tengo que permanecer aquí para poder volar?“. Hoy hay alguna respuesta o siempre otros locales y vuelos?

Pues… el año pasado fui invitada a Japón por el Club de Poetas japoneses… pasé un mes en Japón, como invitada de honor y me encantó… también viajo entre la poesía de Ledo Ivo… de Rumi… Hafiz… Wislaw Symborska… Rilke… también entre los cantos rituales de los mayas contemporáneos… los huicholes…Confieso haber probado el vuelo de la Ayahuasca en ceremonias tradicionales…

Fuiste publicada en muchas lenguas, hasta en tzotzil (lengua mayense) y japonés.

Cuales versos tuyos serian próprios para el nheengatu (antiga lengua general de Brasil, mescla de idiomas nativos y português, proibida en 1758) y para el portugués?

Espero que mi poema Dedicatorias puede ser traducido y entendido en cualquier idioma

En una línea, qué quiere la mujer?

AMOR… igual que el hombre…

En otra línea, qué quieres hacer en Brasil?

Comprobar que el portugués brasileño es la poesía pura

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